PERFIL COMPORTAMENTAL DE {{nome}} EM AUTONOMIA CONSCIENTE:

MECANISMOS EM DESTAQUE NESTE PERFIL: REDUÇÃO E ESTRUTURAÇÃO:

Uma pessoa com presença intermediária em Autonomia Consciente começa a desenvolver uma percepção mais aguçada sobre si e sobre o que acontece a partir de si mesma.

Com esse padrão comportamental, {{nome}} começa a diferenciar as ações e responsabilidades que necessitem de validação coletiva, ou seja, ações e intenções sobre as quais um grupo (em parte ou em sua totalidade) deva estar de acordo, daquelas que não dependem da aprovação de outras pessoas, reduzindo a sua expectativa de que as ações das pessoas com quem se relaciona também devam ser submetidas à sua aprovação. Algum desconforto pode ainda ser comum para assumir o direcionamento do próprio comportamento, principalmente sob pressão ou quando percebe possíveis riscos, contudo, havendo um forte desejo por agir de uma maneira independente.

Neste momento, {{nome}} começa a identificar a própria capacidade de atuação autônoma e pode começar a discordar de outras pessoas de maneira pacífica, direcionando o que se deseja, ainda em um nível intermediário de desconforto para realizar ações imprevistas.

A esta altura, {{nome}} pode começar a observar promessas e compromissos buscando um real gerenciamento de expectativas, entendendo as reais possibilidades de seu cumprimento mas, ainda assim, podendo ceder ao ímpeto de responsabilizar outras pessoas pelos resultados que não atingiu.

Inicia-se com uma presença média em Autonomia Consciente, um poderoso reconhecimento sobre si, sobre suas capacidades e potencialidades, assim como de suas fraquezas e limitações. Identificando tais características, {{nome}} torna-se uma pessoa mais poderosa na própria condução, ainda que aprendendo a operar esses mecanismos recém-descobertos.

Entende-se então, ao alcançar o patamar atual de {{nome}}, que a única pessoa responsável pela própria felicidade é ela mesma e que ela pode criar cenários com melhores condições para alcançar os resultados que deseja, depende apenas de aprimorar suas capacidades para identificar e conduzir as próprias emoções, desenvolvendo comportamentos conscientes que sejam mais favoráveis aos resultados que deseja. Mesmo que ainda tenha alguma dificuldade para fazer essa condução, sua existência e efeitos tornam-se cada vez mais conhecidos.

Existe aqui uma identificação básica de fronteiras entre o que lhe pertence e o que está sob responsabilidade de outra pessoa, mesmo que estas fronteiras ainda estejam sendo melhor desenhadas. Há uma capacidade crescente de atuar de forma independente sobre si e observar aquilo que não lhe compete em determinada situação.

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