PERFIL COMPORTAMENTAL DE {{nome}} EM INTERPRETAÇÃO DRAMÁTICA:
MECANISMOS EM DESTAQUE NESTE PERFIL: DISTORÇÃO E SABOTAGEM:
Com um nível muito alto em Interpretação Dramática, {{nome}} tende a considerar um elevado nível de pressuposições assumidas ao interpretar as situações com as quais se envolve. Isso representa um alto nível de preenchimento de lacunas, ou seja, a utilização de suposições próprias para complementar informações que não podem ser constatadas de maneira inequívoca durante a observação do fato ocorrido.
Um alto nível de tensão pode ser comum para {{nome}}, uma vez que fatos e eventos podem assumir grandezas de porte desproporcional e distorção contextual em relação ao verdadeiro cerne das questões, tornando as ações propostas altamente desgastantes, porém ineficientes para a construção dos resultados desejados, gerando uma desconfortável sensação de grande esforço, contudo, sem sair do lugar.
A atuação frente a contextos projetados com um alto nível de preenchimento de lacunas pode, frequentemente, tornar a percepção sobre a verdadeira causa raiz do desconforto confusa e com isso conduzir ações desastradas, sendo o conceito de desastrada aquela que deseja fazer uma coisa, mas sem intenção, encontra outro resultado significativamente diferente, como alguém que quer apenas pegar uma xícara na prateleira, mas por não observar com clareza o real cenário, derruba todos os pratos que estavam lá.
Muitas vezes uma suposição pessoal pode ser fantasiosa, com falhas estruturais na conexão entre os fatos e a realidade ao seu entorno. Um alto nível de possibilidades consideradas de maneira lúdica, somada a uma interpretação desproporcional dos riscos existentes, tende a colocar {{nome}} em uma posição mais defensiva, inconscientemente tentando se antecipar ao que os demais vão pensar ou fazer, trabalhando prioritariamente com as hipóteses mais trágicas e que requeiram os maiores esforços para serem contidas, justificando grandes movimentos e atos heroicos na história desenvolvida.
Uma pessoa em perfil como o de {{nome}}, pode manter um foco hipervalorizado no passado, com certo nível de apego aos investimentos já realizados e, por vezes, prolongar situações indesejadas por mais tempo do que se pode considerar vantajoso. Esse comportamento tende a estar baseado na sensação de perda dos esforços e recursos já empregados, investindo, sem perceber, cada vez mais esforços e recursos que não possuem uma boa indicação de retornarem de maneira satisfatória. Haverá nestes casos, uma forte tendência a uma dificuldade para virar a página.
Este cenário, pode comumente levar {{nome}} a desenvolver a sensação da existência de dívidas em suas relações. Esta condição tenderá a gerar sensação de que as pessoas lhe devem pelo que se fez por elas, mesmo que elas não tenham pedido isso, ou ainda, a responsabilização de pessoas ou fatores externos por possíveis insucessos encontrados em determinadas jornadas.
Uma segunda condição comum pode ser a sensação pessoal de que se deve algo às pessoas, seja por uma interação anterior realizada em outro contexto ou pela sensação de que não se pôde fazer algo por elas em algum momento em que necessitaram. Nesse caso, pode ser saudável uma revisão do contexto atual de forma clara, identificando o que ainda está vigente ou não em relação a momentos e interações anteriores da vida.
Ainda em uma percepção de geração de dívidas, pode ser comum que uma pessoa com esse perfil acredite que deve algo a si mesma, com base em compromissos morais desenvolvidos em qualquer momento de sua formação cognitiva, gerando grandes esforços para cumprir algo como se fosse uma obrigação para consigo mesma ou para com a sua comunidade e não uma das opções entre as milhões de outras opções existentes, que pode ser escolhida ou não. Cada pessoa pode fazer as escolhas que desejar, o desconforto aqui pode nascer de uma possível sensação de não ter escolha.
Um grande nível de apego ao contexto e menor observação da estrutura das situações também pode ser encontrado, o que pode comumente gerar maior valorização do foco no problema do que em sua solução.
Existe aqui uma alta possibilidade de distorção dos fatos observados com o intuito de comprovar uma conclusão previamente desejada, na maioria das vezes feito de forma inconsciente, ou seja, não percebida conscientemente, mas também pode ocorrer de forma proposital. Potencializam-se comumente benefícios e prejuízos para provar um ponto de vista intencionado.
Uma análise com muitas suposições e grandes proporções, pode frequentemente levar {{nome}} a conclusões complexas, de alto impacto, sem, contudo, ser realizada uma análise objetivamente criteriosa.
Uma intensa necessidade de reconhecimento e aprovação podem levar {{nome}} a um esforço altamente desproporcional para agradar, tornando menos eficiente uma interação com autêntica geração de benefícios mútuos, muitas vezes predefinindo segundo suas próprias crenças o que é “bom para o outro”. Esse movimento pode ser seguido de certo nível de frustração ou revolta, uma vez que o que se avalia ser bom para o outro, pode não se provar verdadeiro e, mesmo com grande esforço para agradar, a resposta pode não ser a esperada.
Uma interpretação com vieses próprios e uma narrativa distorcida dos fatos existentes pode ser direcionada de maneira intencional por {{nome}}, mesmo que inconscientemente, para resultar em uma conclusão previamente concebida e interessante para o provar um ponto que se deseja sustentar, mesmo que haja significativas imprecisões tanto no contexto quanto no resultado de tais interpretações. Não necessariamente este cenário aponta para algo consciente, muitas vezes trata-se de uma interpretação predisposta a um resultado menos preciso, porém desejado, que pode apontar para certa coerência sob uma ótica seletiva, e talvez precipitada, de quem a conta. Excluindo casos constatados como intencionais ou de má fé, uma pessoa nessa condição não deseja conscientemente causar prejuízos, apenas possui um perfil menos analítico e deseja tanto provar seu ponto, que está disposta a interromper uma análise em um estágio incompleto, caso as tendências já apontem para a sustentação do resultado que defende.
{{nome}} tende a desejar frequentemente confirmações de reconhecimento, criando demandas recorrentes de validação de seu valor e de que é indispensável para o contexto em questão. Quando sente que não está recebendo a valorização que deseja, tende a criar situações para que isso aconteça, gerando situações de grande entusiasmo ou desconforto, acreditando receber através delas uma nova forma de reconhecimento de seu grande valor.
Testes costumam a nunca serem suficientes, pois sempre acredita que há “algo a mais” oculto por detrás dos fatos conhecidos e que pode vir à tona solucionando grandes problemas.
Na busca por conseguir o que deseja, {{nome}} pode desenvolver cenários baseados em premissas irreais, sustentando situações insatisfatórias por mais tempo do que os benefícios recebidos apontam vantagem nesse investimento. Pode seguir insistindo na fantasia de que as coisas serão como deseja, apenas por que deseja, e que com movimentos aleatórios de alguma forma criará a possibilidade de receber tudo o que quer de uma forma surpreendente.
Existe a tendência a um forte impacto emocional de acordo com o que o ambiente faz. Se recebe o que deseja ou estímulos positivos do ambiente, tende a se apresentar níveis de euforia, se não recebe, pode desenvolver grande frustração e irritação. Costuma a não ser uma pessoa de meias emoções ou intensidades intermediárias, usualmente é possível identificar com características bem demarcadas como {{nome}} está se sentindo.
Existe ainda uma forte tendência a buscar por grandes desafios e atos de grande heroísmo na expectativa de se afirmar através da vitória sobre grandes obstáculos. Tende a sentir grande frustração quando sente que não pode vencer algum desafio ou que não foi suficiente para atender às expectativas dos demais envolvidos. A busca por enfrentar muitos desafios ou desafios de grande porte faz com que exista uma forte tendência de que {{nome}} entre em temas que não são de sua alçada ou que interfira em temas que não são de sua competência, podendo estar frequentemente envolvido(a) em situações complicadas que geram alto desgaste, mas que, originalmente, nem eram de sua responsabilidade.
