O QUE É ANALISADO NO NÍVEL IMPULSOS INSTINTIVOS?

Nossos instintos primitivos de sobrevivência, biologicamente associados à autopreservação, continuam presentes em cada um de nós e se manifestam na forma como nos relacionamos com o mundo ao nosso redor e, principalmente, conosco mesmos.

Quando bem modulados, os comportamentos que expressamos a partir desses instintos produzem os necessários benefícios de proteção, definição de limites e posicionamento pessoal nas situações em que estamos.

Contudo, excessos aplicados a partir de nossa natureza instintiva podem destacar comportamentos recorrentemente dominadores, impositivos, centralizadores e intolerantes, em casos mais extremos inclusive expressando diferentes níveis e formas de agressividade. Por outro lado, a ausência de expressão comportamental instintiva pode tornar o comportamento de uma pessoa recorrentemente submisso diante do ambiente, reduzindo sua capacidade de ocupar seu espaço e construir limites pessoais diante da própria vida e do mundo ao seu redor.

A análise deste nível nos permitirá observar como o indivíduo busca ocupar seu lugar no mundo e como suas tendências podem interagir, evitar, favorecer ou criar condições tóxicas.

PONTOS DE DESTAQUE DE {{nome}}:

INTESIDADE ATUAL DE {{nome}} NESTE NÍVEL:

  1. PONTOS DE SUSCEPTIBILIDADE: Principais padrões de interação com estímulos externos
    (Como recebe os estímulos apresentados pelas pessoas, situações, relacionamentos ou ambientes)
    • Ambientes competitivos e desgastantes são atrativos, contudo podem se tornar desgastantes por longos e insatisfatórios períodos.
    • A imprevisibilidade pode ser desconfortável, acionando mecanismos de contra-ataque mesmo antes de sua necessidade.
    • Ambientes estratégicos exigem movimentos políticos desconfortáveis, se mantendo sem perceber em limites operacionais.
    • A fragilidade  ou sensibilidade das pessoas ao seu redor pode ser incômoda e provocar respostas de intensidade desproporcional.
    • Pessoas com maior autonomia podem ser consideradas desrespeitosas e incômodas por não esperarem a sua aprovação.
  2. RISCOS DE TOXICIDADE: Principais padrões de interação proporcionados ao ambiente
    (Como se posiciona em suas interações com pessoas, situações, relacionamentos ou ambientes)
    • Apresenta movimentos mais intensos, por vezes impulsivos, podendo exigir desproporcionalmente do seu entorno.
    • A forma de interagir com o mundo tende a ser tensa, com grandes expectativas e expressões de dominância.
    • Pode tornar-se intolerante e impaciente com quem considera lento, subutilizando recursos valiosos com o tempo.
    • A priorização dos resultados pode cegar a capacidade de segmentar áreas da vida em diferentes zonas de expectativas.
    • Ações centralizadoras e a autoconfiança excessiva podem levar a desgastes pessoais e recorrentes danos relacionais.
  3. BLINDAGEM ANTITÓXICA: Principais potenciais de Antitoxicidade
    (Recursos capazes de potencializar relacionamentos pessoais e profissionais Antitóxicos)
    • Ajustar o comportamento exigente e demandante, eliminando a busca por perfeição e submissão nos relacionamentos.
    • Flexibilizar regras e definições preestabelecidas que não demonstrem eficiência no contexto atual.
    • Direcionar a alta capacidade de superar obstáculos e o alto comprometimento para inspirar seu entorno.
    • Uso estratégico do poder de responsabilização, eliminando movimentos impulsivos ou não calculados.
    • Potencializar o domínio de habilidades emocionais e conduzir-se estrategicamente onde se envolve.

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