A hesitação existente em relação a expor as próprias ideias e percepções quando se sente em risco pode fazer com que, ao sentir-se impelido(a) a se expressar em determinada situação que chega ao limite, a forma de exposição seja defensiva, intensa e generalizada, portanto, sem foco na pauta central em questão. Por vezes, sua argumentação pode tornar-se vaga e confusa, andando em círculos com argumentos periféricos na busca por invalidar nível recebidas através do apontamento de possíveis falhas equivalentes do outro ou do ambiente, como quem busca por uma forma de anulação ou justificativa do próprio comportamento, preocupando-se mais prioritariamente com a preservação da própria imagem e segurança daquilo já possui do que com o ponto real em debate.
De maneira geral, {{nome}} pode ter ou não consciência de um comportamento ausente frente a algumas ou muitas de suas próprias responsabilidades e isso tende a fazer com que sua intensidade no nível de Movimentação Dirigida seja também baixa. Em alguns casos excepcionais em que a intensidade no nível de Movimentação Dirigida é alta, manifestações mais intensas podem acontecer em ambientes que geram segurança, como se queixar com maior veemência para quem não está envolvido no tema ou queixar-se em um grupo favorável à opinião, para compartilhar a responsabilidade por seu posicionamento.
Em determinadas relações, a desmotivação ou a insegurança individual de {{nome}} podem ser transferidas para uma sensação de que as pessoas próximas também não devam se expor à riscos que ele(a) mesmo(a) não correria, sentindo-se um perceptível nível de desconforto por situações que não são suas e tentando, muitas vezes de forma desastrada, desmotivar outras pessoas que estejam avançando para ambientes ou mudanças para os quais não se sente preparado(a) ou teria receio em avançar. Essa proteção tem usualmente um direcionamento bem-intencionado, contudo, baseado em análises intimamente pessoais e que não necessariamente são válidas para o outro que recebe esse apontamento. Quanto maior a própria desmotivação ou insegurança frente à situação em que observa o outro se envolver, maior tende a ser a contundência das tentativas de impedir que esse risco seja corrido pela outra pessoa.
Uma importante dificuldade de escolha e indecisão entre as opções disponíveis pode ser encontrada com frequência sob as condições comportamentais de {{nome}}, o que usualmente prolonga situações que se arrastam por mais tempo do que o desejado e acarreta em maior desgaste emocional.
Certo desconforto pode ser encontrado por se sentir sem opções ou sem o poder necessário para agir como gostaria, acreditando ter a obrigação de se submeter a um cenário que não deseja ou fazendo coisas que não deseja, contudo, com alguma dificuldade para liderar a condução do que terminará com o desconforto. Essa frustração pode ser causada por uma sensação de insegurança ou de impotência, o que pode ser revertido intencionalmente quando desenvolvida a consciência e as habilidades emocionais da pessoa em questão.
Um baixo nível de presença no nível Impulsos Instintivos usualmente aponta para uma pessoa que tem conhecimento de alguns desconfortos e de que algumas vezes não alcança os resultados que deseja, porém pode frequentemente acreditar que reclamar ou demonstrar insatisfação significa agir. Neste cenário, ainda que se posicione em ambientes onde o risco percebido é menor, pela
